#026

Já faz uma semana desde que “Mundo Mazaki” entrou oficialmente em hiato e eu nunca pensei tanto nele em todos esses mais de quatro anos de existência. Todos os dias, os projetos que estão sendo construídos para serem apresetados no retorno do blog.

Bouken-Ni

Artigos

Music Day

Novels

É realmente uma felicidade imensa poder finalmente sentir que estou fazendo alguma coisa boa, ainda que seja insignificante, afinal eu passei anos esperando para poder fazer qualquer coisa.

Ainda que, com toda a certeza, eu sinta medo de só receber comentários do tipo “nossa, porque você faz esses desenhos horríveis” ou “nossa, pare de postar essas novels que ninguém vai dar valor”. Sim sim, eu tenho um certo nível elevado de paranóia.

Mas eu preciso continuar com estes projetos ( e com o MAGICA PROJECT também) , primeiramente porque eu ainda não posso achar que sei escrever bem o bastante para vir com um livro sério e etc. Segundo porque eu realmente acho isso divertido, é o que sempre quis fazer.

Só para constar, estou trabalhando loucamente, todos os dias até de madrugada, tanto para tocar as fannovels do Kono-ai-Setsu como para poder preparar o conteúdo para Janeiro, no Mundo Mazaki.

O que e lembra que eu tenho que conseguir um editor de imagem básico simples pro meu Ubuntu, o GIMP é realmente MUITO RUIM.

~LKMazaki

#025 – rascunho do artigo sobre Tomoe Mami

Não copie sem dar créditos, eu vou descobrir =)

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Das personagens de Madoka Magica, Mami é uma das que é menos “pensada e entendida”.

O grande público limita-se a vê-la como a garota mágica meiga que (literalmente) sempre perde a cabeça de alguma maneira.

Porém existe muito mais significado nas ações e no sorriso de Tomoe Mami.

Não tenho como confirmar isto(ENTÃO PESQUISE), mas Tomoe Mami provavelmente é uma referência à antiga série “Magical Girl Creamy Mami”, como uma forma de refência à imagem tradicional das garotas mágicas: guerreiras felizes que salvam o dia.

Alias é evidente que é esta a impressão que a série tenta nos passar como a camada superficial de Mami. Porém ela, não sendo excessão na série, é uma personagem que descobrimos muito mais ao observar com mais cuidado.

Primeiro ponto: a solidão. A maneira como ela rapidamente se tornou dependente da amizade construída com Kyouko (em “Farewell Story”) e a maneira fácil com que sua máscara de vetenara segura de si desmorona diante das palavras afetuosas de Madoka. Ela é uma pessoa sem família e sem vida além daquela onde luta contra as bruxas, sua meiguice é apenas uma maneira de esconder sua fraqueza.

Por irônia, Mami é a única (excetuando Madoka, é claro) das garotas mágicas centrais da trama que tem “sucesso” em sua existência.

Ainda que o público possa tomar com uma visão imediatista que Mami na verdade é a que mais fracassa em seus objetivos, temos que lembrar o seguinte: como ela pode ter fracassado em seus objetivos se ela não os tinha?

Pensemos com mais cuidado.

Em comparação a Kyouko, Homura e Sayaka, Mami foi a única que fez um desejo a Kyuubei que era completamente ”egoísta”, apenas para salvar sua vida.

Kyouko teve que enfrentar o ódio e loucura de seu próprio pai, por quem havia feito seu desejo, o que causou a destruição de sua família.

Sayaka teve que ver o homem pelo qual usou seu desejo afastar-se dela.

Homura mudou sua própria vida por inúmeras vezes, na tentativa de mudar o destino de outra pessoa (Madoka) e no final seu objetivo inicial, de proteger a garota, não passou de uma ilusão fracassada, pois era apenas Madoka que poderia escolher sua vida.

Madoka não entra neste quesito, pois ela traz um outro sentimento e visão sobre o desejo realizado por Kyuubei. Ainda que não tenhamos como saber quais foram seus desejos em outras das diversas linhas do tempo, é o sentimento de autruísmo que Madoka leva consido. Mas isso fica para outro texto, vamos voltar à personagem central do momento.

E Mami?

Mami desejou viver, pois estava a beira da morte quando lhe foi dada a chance de um milagre. E ela viveu, lutando contra bruxas, estudando e tendo uma parcela de vida comum e solitária. Mas de fato estava vida.

O que quero dizer com isto?

Que somente o fato de estar viva já era a realização de seus desejos, por tanto ela não tinha como se arrepender de nada (ao contrário de Sayaka e Kyouko e, próximo ao final da série, Homura). Ela era a única que podia lutar sem receios e, ainda que naturalmente sentisse medo, ela não sentia que estava fracassando em nada.

Provavelmente por isto ela era a garota mágica mais sorridente dentre as quatro que cercam a protagonista.

O fandom costuma a encaixar Mami em dois principais estereótipos: “aquela boazinha que sempre sobra” (bom, ela nem deveria se sentir assim tão sozinha, afinal tem a Mugi *K-On!* com quem tomar chá) e a “personagem ideal para todo o fanservice de baixo nível” (pois é).

#024

Bom, depois de vários dias, de volta. Apenas para comentar que estou mais produtiva e “leve”, por assim dizer, enquanto tento melhorar meu controle do “estado de fluxo”.

Estou trabalhando no conto que já está mais do que atrasado. Pelo menos o resultado está me satisfazendo bem. Faltam apenas duas sub-cenas agora.

Pelo visto meu tempo de “reclusão” irá se estender. Melhor ficar em reclusão produzindo conteúdo do que ficar gastando meu tempo produzindo conteúdo mais pobre, apenas para manter a “participação ativa na comunidade”. Acredito que o meu pequeno papel nesta cadeia é diferente de ficar comentando os animes da temporada. Eu não consigo simplesmente absorver conteúdo sem reemitir nada em troca.

Não, qual o sentido de apenas absorver sem criar sobre a criação, sem dar continuidade ou modificar, criar e reinventar? Não, uma vida sem isso não é pra mim.

#023

Aula um pouco mais interessante agora, ainda que seja de um assunto chato, que é o Hibernate *Java ne*. Enfim, pelo menos estou mais acordada e tentando decidir exatamente o que irei fazer quando chegar em casa, afinal a aula vai até tarde, então o tempo disponível vai ser bem curto.

Aliás, ainda bem que amanhã é sexta-feira, até mesmo eu estou chegando ao meu limite de resistência ao sono. Hoje mesmo foi uma grande briga para me manter programando no começo da tarde, ainda que eu tenha passado cerca de 45 minutos para descobrir o que estava tentando debugar. Eu quero que a noite de sexta-feira chegue! (Eu não queria, mas vou ser obrigada a tirar uma boa soneca quando essa noite chegar, para depois cair na escrita).

 

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Estou determinada, quero escrever pelo menos quatro páginas de texto por noite com aula. Essa é a média mínima necessária para que eu consiga, por exemplo, cumprir a meta do NaNoWriMo. Além disso, se eu realmente quero que mais da metade das minhas histórias não morra antes de ir pro papel, tenho que começar a melhorar essa média.

(Apenas não esqueça que até escritores podem ter fim de semana)

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Tenho que trabalhar no Magica Project, continuar escrevendo o artigo sobre a Mami, mas quem sabe possa desenhar um pouco, ou quem sabe escrever mais da estrutura da novel pro NaNoWriMo.

Sim, a minha falta de foco é um dos meus grandes problemas em desenvolver algo, afinal estou também com o projeto I na cabeça. (Ideias demais, tempo e cérebro de menos).

#022

Na verdade nem falta assim taaaaanta coisa em algumas das partes do Magica Project (fazer o que, vamos blogar enquanto a aula inútil não passa).

Vamos fazer um checklist básico dos próximos pontos a serem trabalhados.

  • Artigo sobre Tomoe Mami (eu comecei a redigi-lo na hora do almoço, hoje ^^)
  • Terminar roteiro do doujin (já sei o que acontece, só falta fazer as páginas em si)
  • Fazer versão definitiva da estrutura do fic “Deixe-me sonhar” (tentar botar alguns pontos mais definitivos)
  • Reescrever o One-shot (é a hora de enbonecar tudo)

Depois disso, ainda tem os outros artigos todos e a sofrível parte de desenhar o doujin (vai ficar horrível ne, mas eu prefiro poder dizer que fiz algo). Que felicidade que amanhã é sexta-feira e não tem aula!

#021

Apesar de hoje estar ainda mais cansada do que antes, acabei por ter um dia mais produtivo de ideias. “Magica Project”, “Bouken-Ni”, “As Matérias”, o próprio NaNoWrimo. . . tantas ideias que fico tonta e feliz! Estou realmente determinada agora a me dedicar mais ao Magica Project para tentar concluir o meu primeiro FANBOOK ainda este ano (será que com todos o problemas em relação à moradia e procura de um lugar para não passar o ano novo vou ter cabeça?).

Viram como parar de perder tempo com “web social life” faz bem à saúde criativa? E hoje descobri que não sou somente eu que sinto essa revolta com essa rotina inútil que acabamos nos acostumando facilmente, perdendo anos de vida em brincadeiras e conversas desnecessarias, se pensar bem. Que bom! O mundo ainda tem salvação!

Nesses momentos sinto falta do carregador da bateria do meu celular que tira fotos, poderia compartilhar alguns dos desenhos que tenho feito.

Mas agora, com licença que vou escrever um pouco.

#020

O Tolkien realmente era um grande trapaceiro, com o perdão a brincadeira. Afinal ele era um linguista, ele tinha todo o estudo necessário, não somente para fundamentar de modo perfeito seus idiomar ficcionais como para saber quais elementos são importantes para a construção de uma cultura completa, afinal isso tem tudo haver com o desenvolvimento de seu idioma.

Um completo trapaceiro! Eu deveria criar uma trama sobre software só para me vingar, afinal este é meu trabalho! (Oh mestre, perdoe minha falta de vergonha na cara em me comparar com você).

Enfim, estou penando a alguns meses com o Projeto I, pois estou na fase mais final de desenvolvimento de Etern (o mundo ficcional onde se passam as principais tramas do Projeto I) então é aquele momento de trocar os nomes bizarros e determinar mais coisas da “parte técnica”. Reforma geográfica, linguística, detalhamento cultural. . . são N fatores para corrigir as imperfeições que um mundo de fantasia que criei aos 12 anos de idade seja mais coerente.

O problema é que é BEM difícil brincar com idiomas e influências ortográficas e fonéticas. Determinei que, já que não sou da área, a única maneira de fazer algo mais próximo de coerente é fundar os povos, um a um, em raizes de culturas que existiram na nessa realidade, e seguir essa base para desenvolver estes diversos aspectos.

E essa parte é tão importante que estou tentando ter um cuidado absurdo. Afinal se ao final eu tiver um irmão chamado Peter e outro Felisberto sem um motivo muito forte como o fato deles terem sido batizado em lugares diferentes e por pessoas diferentes, as coisas ficarão mais caricatas do que o necessário, não acham?

Outro agravante é que eu tenho alguns nomes que não puxam de lugar algum originalmente, que criei para os personagens e objetos. Ou seja, eles tem uma natureza que é visivelmente diferente e que não se assemelha muito com outras palavras. Provavelmente irei usar estas palavras como “vindas do idioma original de todos” para ficar mais lógico e ainda assim com liberdade.

Hoje particularmente estive pesquisando sobre artes marciais, para fundamentar quais povos tem técnicas que mais se assemelhem as de determinadas culturas e tals. Como tem um povo inspirado por completo no chinês, fica fácil, mas e os outros? Bom, o boxe não pode faltar ;D

Este é um trabalho longo, de anos e que provavelmente ainda deve levar mais um ou dois para ficar “pronto”. Etern é um mundo grande e bonito, quero que fique bom o bastante para que suas tramas sejam interessantes de se ler.

#019

Algumas vezes durante o dia (em média quatro vezes) me pergunto porque estou me sentindo tão desmotivada com relação ao meu blog. Esse já é um problema tão antigo, que me acompanha a tanto tempo. Acredito que eu passe cerca de 70% do tempo frustrada com o blog (claro que estou contando o tempo que dedico a lembrar do blog). Isso é meio chato, mas é realmente complexo para a minha mente.

Primeiramente porque não tenho tempo o bastante para gastar com ele, a menos de quinze minutos eu estava lendo sobre luta greco-romana, tenho um conto atrasado, diversos fics paralisados e deveria estar estudando Perl. Ah, deixei de entregar um trabalho na faculdade. Ou seja, eu gasto o tempo que dá pra gastar com o blog. E sabe de uma coisa? Não é o suficiente. Por causa disso tenho baixas visitas, poucos comentários e, consequência disso, menos vontade ainda de deixar de dormir minhas quatro horas por noite para escrever algo nele.

Depois disso tem o fato de que eu não quero gastar meu tempo fazendo mais do mesmo. Postando reviews de animes bons, falando mal de animes ruins, falando da próxima temporada, do próximo lançamento da Panini, de como Toriki é a sublimação de todos os clichês shonnen do universo e etc. (Espera, esses último era legal). Então, por causa disto eu tenho um trabalho maior para desenvolver artigos (encontrar temas que fujam do comum e desenvolve-los de modo a, com minhas tantas limitações, tentar acrescentar alguma coisa).

Ou seja, meu pouco tempo fica ainda mais insuficiente e isso se tornam menos visitas ao artigos que dão um trabalho desgraçado para sair e que conseguem ser publicados, o que rende poucos comentários, poucas visitas e mais frustração logo quando você escreveu algo que gosta.

Você acha que tem realmente coleguinhas maneiros no twitter? Pois saiba que eles não tão nem aí se você está tentando algo legal, eles querem dar RT naquela velha piada sobre o Goku e a Páscoa.

E foram coisas como esta que me fizeram entrar em uma rotina de controle de acesso a redes sociais. Tentar encontrar pessoas para comentar sobre ideias fora do “Steins;Gate” é demais da semana é um desafio de louco e gera mais frustração do que produtividade. É morar longe dos amigos é um problema de fato.

Apesar de que dizem que seus conhecidos são os que menos enxergam seus esforços. Bom, os desconhecidos não mudam muita coisa não. A não ser que você queria fazer reviews de animes.

#018

A verdade é que tive uma ideia que vale milhões, tantos milhões que já estou até gastando por conta antes de escolher a linguagem e encontrar um patrocinador! Estou falando de um sistema do futuro, uma coisa de primeira!

E é claro que eu não vou falar absolutamente nada sobre isto aqui, é segredo comercial ou apenas uma grande ideias que não vai conseguir ser implementada por uma pessoa sozinha, ou quem sabe que seja implementada antes, ou quem sabe eu fique milonária com livros antes (ih, vai demorar).

Falando em livros, hoje duas tramas minhas me voltaram a mente, uma delas em um formato de trailer muito louco. Sempre que penso demais em guerras cdibernéticas ou sonhos acontece isto, especificamente sobre essas duas tramas (jura?) eu realmente amaldiçoo o mundo por não me dar dois clones para dar conta dos projetos. Provavelmente irei aproveitar o NanoWrimo para escrever alguma coisa desses plots, ou de outro completamente diferente (novembro está quase aí pow! Preciso de uma nova casa!)

Espera, o que estou fazendo ainda aqui escrevendo no wordpress?!

#017

Na verdade a minha única e exclusiva motivação para escrever ainda alguma coisa em blogs (fora este, que é mais um conjunto de pensamentos do que qualquer outra coisa), ok, estou falando especificamente do Mundo Mazaki, é porque eu acredito que, além de poderem ser úteis para outros projetos (como  os de Madoka Magica), os post são uma forma saudável e boa de treinamento. É tipo o que eu faço para suportar meu emprego péssimo, que aliás espero que em breve dê adeus à minha rotina por outro melhor.

Mas espero sinceramente que isto também não aconteça ao Mundo Mazaki, afinal, apesar de ser um espaço medíocre e esquecido que, nas raras vezes nas quais eu me esforço por ele, continua sendo esquecido e igualmente medíocre, é ainda assim “de estimação”. Foi meu primeiro blog, foi meu primeiro espaço de publicação na web.

O que me faz pensar que no começo ele era mais parecido com o que isto aqui está sendo neste momento. Será isso a prova de que existe involução? (E afinal o que farei quando me mudar e não tiver mais internet inclusa na taxa de aluguel?).

Bom, eu realmente não me orgulho de ser blogueira (ao contrário de gente que faz disto profissão). Seria tipo me considerar jornalista por fazer reportagens para o jornal da escola, ou seja, bizarro. E muitos blogueiros se consideram praticamente jornalistas, tamanho seu ego de importância. Somos apenas parte do público, uma parte importante, que sabe expressar, criar e repercutir informações. Particularmente gosto da parte de criar, ainda que sejam coisas que ninguém gosta, ainda.

Mas tento levar isto “na manha”, afinal sou muito mais escritora e programadora do que blogueira, assim como sou mais roteirista *de yonkomas, que vergonha* do que desenhista, apesar de algumas pessoas me baterem por esta declaração. Eu apenas gosto de gastar cada segundo da minha vida com alguma coisa, como neste momento, onde estou escrevendo sobre minhas opiniões de uma maneira mais aberta e clara por estar em um terreno, digamos de maneira figurada, livre das influências e do ar pesado da “web social life”.

Meu sonho de consumo no momento é fazer o twitter cair absurdamente na lista dos sites mais visitado do chrome. É realmente uma meta que 1 semana não fez efeito algum. Talvez eu precise passar meses sem acessar o site para que algo fique diferente.

E sabe o que eu percebi que perdi durante essa já uma semana de isolamento? Que n’ao perdi realmente nada e ainda tive a chance de ter umas ideias muito boas que não teria se estivesse me ocupando em gastar tempo com coisa alguma (ou seja, no twitter). Mas acho que já fugi do tópico inicial a muito tempo.

Para encerrar a noite *acho que já está meio tarde para ficar apenas blogando inutilidades* vou deixar meus votos a mim mesma de que eu consiga escrever várias coisas nas próximas horas, antes de precisar ir dormir. Hoje uns plots legais voltaram a minha mente, tenho 1 conto atraso precisando ser concluído de maneira urgente e um one-shot de Madoka Magica também precisando terminar.

Alias, que droga ne, a falta de qualquer feedback me desanimou completamente a continuar meu fanwork de Madoka Magica. O que é uma coisa bem triste, afinal por mais que eu tente ser uma pessoa anti-social e que detesta a opinião alheia, é frustrante se esforçar durante semanas e meses para fazer algo legal se for para ninguém se importar minimamente com isto. Pensando bem, foi esse o estopim das minhas férias forçadas.

Se eu fosse falar como Toriko e Nichijou são ruins ou como Suzumiya Haruhi é tão idiota que chega a ser inteligente teria mais respostas do que passar noites em claro escrevendo e desenhando. É assim em todo o lugar?

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